Mostrando postagens com marcador nazismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador nazismo. Mostrar todas as postagens

15 de novembro de 2011

Nazismo & ocultismo 7

O castelo de Wewelsberg esteve no centro das operações ocultistas do nazismo. A relação criada por Himmler entre o Rei Artur e as práticas cerimoniais da SS, o Cálice Sagrado e a ascendência divina dos arianos, os mitos germânicos e as tradições pagãs trazidas de volta pelo ímpeto nazista dão a este documentário uma visão mais particular sobre algumas das ações ocultas do Segundo Reich.


9 de novembro de 2011

Nazismo & ocultismo 6

A "Noite das Facas Longas" como ficou conhecido o evento que levou as SS se tornarem absolutas no poder político na Alemanha pré-segunda guerra e o doutrinamento nazista em torno da idéia de superioridade racial são abordados neste vídeo.
Para discutir a influência do ocultismo na máquina de guerra ideológica nazista menciona-se uma figura já bem conhecida; Himmler, que de católico na infância se tornaria a mola mestra do ocultismo no Terceiro Reich.

5 de novembro de 2011

Nazismo & ocultismo 5

O doutrinamento nazista das massas jovens e a sacralização do juramento de morte pelo Führer, pelo povo alemão e pela mãe pátria iniciam a abordagem do vídeo que se segue.

4 de novembro de 2011

Nazismo & Ocultismo 4

No vídeo a busca de Hitler por um ideal histórico que fosse capaz de corroborar a nova mitologia que se queria implantar na mentalidade popular. Neste momento consagra-se a fé no poder santificado do sangue ariano.

2 de novembro de 2011

Nazismo & Ocultismo 3

A Sociedade Thule, o racismo e seu envolvimento com o ocultismo nazista e a crença de que o sangue contem a essência divina fazem parte da discussão deste vídeo.

31 de outubro de 2011

Nazismo & Ocultismo 2

No vídeo a seguir a política do programa Lebensborn, a crença na ancestralidade divina dos arianos e a ascenção de Hitler.  

29 de outubro de 2011

Nazismo & Ocultismo 1

O video a seguir foi sugerido por um leitor deste blog no post: O Nazismo e suas inspirações ocultas 7ª parte - o Karotechia.
No video é feita uma "apresentação" do processo de formação ideológica da política nazista que entre outras coisas via na antiga cultura tibetana as supostas origens da raça ariana que segundo as crenças nazistas era uma raça superior que estava destinada a dominar o mundo.

3 de julho de 2011

A Organização ODESSA



Essa postagem é fruto de um comentário feito por um leitor na postagem O Nazismo e Suas Inspirações Ocultas 5ª parte - O corpo Oculto.

A organização ODESSA foi - ou como alguns diriam - ainda é uma organização oculta alemã.
Em alemão ODESSA é a sigla de "Organisation der Ehemaligen SS-Angehoregem" e sua tradução para o português é Organização de Antigos Membros da SS e foi o nome dado ao grupo nazista da Schutzstaffel que em 1946 teria se formado para escapar da perseguição aos criminosos de guerra na Alemanha.

Essa organização oculta teria a colaboração de entidades não governamentais, de militares americanos e supostamente do Vaticano cujas ações de alguns membros teriam dado origem ao êxodo de nazistas para fora da Europa. Inúmeras histórias secundárias envolvendo a organização ODESSA surgiriam desde então, histórias como aquela de que os corpos de Hitler e Eva Braun teriam sido levados pelos militares russos após a invasão de Berlim pelo exército vermelho ou de que o corpo de Hitler estaria enterrado no chão da sede da KGB.

No entanto, poucas histórias relacionadas ao nazismo e por consquência à organização ODESSA costumam ser tão intrigantes quanto aquela de que eles teriam feito uso de hipnose para mover as massas em favor da ideologia nazista. A hipnose de fato esteve presente na ideologia nazi, porém de formas menos sombrias do que normalmente se pensa o que chega a ser estranho quando nos lembramos das aventuras de Himmler pelos terrenos do obscuro e o apoio que o nazismo encontrou no sobrenatural.

O fenobarbital e a Operação T4

Operação T-4 foi o nome dado ao prgrama de
"eliminação da vida que não merece ser vivida"
(Umwaentiges Leben) para justificar a prática
da eutanásia.

***

O fenobarbital ou fenobarbitona, é uma substância
barbitúrica usada como medicamento anticonvulsivante,
hipnótico e sedativo. Primeiramente comercializado
como Luminal® por Farbwerke Fr. Bayer & Co., é também
conhecido sob o nome comercial Gardenal®, entre outros.

De acordo com a história, o primeiro barbitúrico foi sintetizado
em 1902 pelos químicos alemães Emil Fisher e Joseph
Von Mering na Bayer. Em 1904, fisher sintetizou alguns
compostos parecidos, entre eles o fenobarbital.
Este foi comercializado pela primeira vez em 1912, sob
a marca comercial Luminal. Foi utilizado como sedante
e hipnótico até 1950, quando apareceram as
benzodiazepinas.

Entre 1934 e 1945 o fenobarbital foi usado pelos
médicos alemães na Alemanha nazista para matar
os garotos que nasciam doentes ou com deformidades
físicas, dentro do programa de eugenía que havia sido
iniciado pelo Partido Nazista. A Operação T4, dentro
do qual foram assassinados todos aqueles garotos
que não cumpriam o padrão ariano, foi um precursor
do Holocausto, e grande quantidade de pessoal
médico que esteve implicado neste programa foi logo
transferido para campos de concentração nazista,
onde colocaram em prática todo o conhecimento que
haviam aprendido anteriormente.

cabuloso.xpg.com.br
A relação entre a hipnose e o ocultismo, no entanto, pode ser encontrado ao analisarmos o seu fundo histórico. Por exemplo, a respeito do hipnotismo, a Encyclopedia of Occultism and Parapsychology (Enciclopédia de Ocultismo e Parapsicologia) explica: “Sua história está intimamente entrelaçada com o ocultismo.”

Os transes religiosos, que têm feito parte da bruxaria e da magia por toda a História, são comumente encarados como uma forma de hipnose. Também, sacerdotes do Egito e da Grécia antigos produziam certo estado hipnótico ao tentarem curar doenças em nome de seus deuses.
A mesma enciclopédia diz também: “Mesmo hoje, muitos dos fenômenos relacionados com o hipnotismo são considerados ‘espiritualistas’.”

A hipnose praticada na antiguidade, sobrecarregada de todo tipo de manifestações religiosas, magias e misticismo era utilizada na obtenção da cura de algum mal, também era carregada de profecias e mensagens dos deuses. Essas "sessões" ritualisticas que quase sempre culminavam no transe daquele que conduzia o rito em nada se comparam com aquela praticada na Alemanha nazista.
A hipnótica Propaganda Nazista






 
Embora a hipnose e seus efeitos venham sendo estudados de forma científica desde o século XVIII com Franz Anton Mesmer, médico austríaco de cujo nome derivariam os termos "mesmerismo" e "sono mesmérico". Na Alemanha o processo hipnótico deu-se no nível das propagandas nazistas e no modo como eram conduzidas. Para se ter uma idéia disso, basta observar as cerimônias e reuniões nazistas e todos os símbolos do partido e de sua ideologia, nas palavras e o modo como eram proferidas de forma que o ouvinte era levado a crer na autoridade de Hitler. Na Alemanha a hipnose ganhou status de arma política e não foi a única forma de controle da mente. Por exemplo, o fenobarbital, medicamento sedativo e hipnótico, foi usado até mesmo como forma de eliminar as crianças não desejáveis ao regime nazista. - veja o quadro acima - O fenobarbital e a Operação T-4.

O Programa Monarca e o controle da mente
Uma das formas mais conhecidas de controle da mente é o "Programa Monarca". De acordo com o site apocalink.blogspot.com.

[...] "A Programação Monarca é uma técnica de controle da mente que compreende elementos de ABUSO EM RITUAIS SATÂNICOS (SRA, sigla em inglês) e Transtorno de Personalidade múltipla (MPD, sigla em inglês). Ele utiliza uma combinação de rituais , neurociência, psicologia e ocultismo para criar dentro dos escravos um alter-ego que pode ser acionado e programado por manipuladores. Escravos Monarcas são utilizados por várias organizações ligadas à elite mundial, em áreas tais como a escravidão sexual, militar e na indústria do entretenimento." [...] 

26 de setembro de 2010

O Nazismo e Suas Inspirações Ocultas 7ª parte - O Karotechia


As raízes da Karotechia são profundas e variadas. Quando a unidade foi oficialmente criada em 1939 no âmbito do Ahnenerbe, alguns de seus membros foram chamados de dentro da própria Ahnenerbe, do dissolvido Thule-gesellschaft, e uma parte do pouco conhecido Departamento de Arquivo VII do Reichssicherheitshauptamt (RSHA, Reich Security Central Office) chamado de Sonderkommando - H.


Criado em 1935 sob as ordens diretas de Heinrich Himmler, o Sonderkommando - H, teria coletado registros da Inquisição Católica contra a feitiçaria de bibliotecas na Alemanha e Áustria. Esses registros foram compilados no Hexenkartothek, um catálogo de mais de 33.000 fichas, cada uma com os detalhes de uma vítima de caça às bruxas. Enquanto a maioria dos Hexenkartothek concentravam-se em julgamentos de bruxas na Alemanha, o Sonderkommando - H pesquisou casos de lugares tão distantes como Índia e México. (Na imagem, capa de uma versão atual em alemão do Hexenkartothek. O link está em alemão, mas se alguém julgar válido...)

A pesquisa do Sonderkommando - H foi concebida para fornecer propaganda que justificasse uma medida enérgica da SS sobre a Igreja Católica, bem como descobrir a antiga religião germânica. Himmler acreditava que havia sido erradicada pela Inquisição. Os oficiais da SS que recolheram os Hexenkartothek referiam-se, informalmente, a si mesmos como "Kartothekia", e o que eles descobriram foram as fórmulas e rituais arcanos de necromancia. Muito fora aprendido pelo Sonderkommando - H para criar o que uns cento e cinqüenta feiticeiros, bruxas e alquimistas chamaram de "o ressucitado de vós saylts vital." O primeiro que teria aplicado com êxito esta fórmula foi o Hauptscharführer - SS (capitão da SS) Scheel Dieter quando sua equipe teria ressuscitado um feiticeiro do século XVII chamado Jurgen Tess. Foi esse incidente que criou um novo departamento dentro da Ahnenerbe para explorar o oculto no serviço do Reich: o Karotechia.

Pesquisas ocultas tinham sido realizadas por vários braços da SS durante bastante tempo antes da criação do Karotechia. No Ahnenerbe, o zur Abteilung Überprüfung der Sogenannten Geheimwissenschaften (literalmente, Departamento de Análise das Assim Chamadas Ciências Secretas) tinha analisado o ocultismo já em 1933. Também desde 1933, Karl Maria Wiligut e seu Departamento de Pré-História e História Antiga foram ocultistas do premier Himmler, uma posição que foi prejudicada logo após a criação do Karotechia.

Membros apropriados dessas organizações foram atraídos para o Karotechia, como eram os antigos membros do Thule-gesellschaft e estudiosos de regimes aliados dos nazistas e dos países ocupados. Cabalistas praticantes e ciganos foram recrutadas à força, mesmo fora dos campos de concentração.

Mais do que qualquer outro grupo de pesquisa do paranormal de seu governo durante a Segunda Guerra Mundial, o Karotechia procurou explorar o oculto em sua plenitude. Com o apoio integral da SS nazista e do Estado, eles invadiram as bibliotecas e museus de Europa em uma busca insaciável de poder arcano. Nenhuma via de estudo ficou inexplorada, não importa o quão ridícula pudesse parecer aos acadêmicos mais tradicionais da Ahnenerbe. O Karotechia estava protegido do inquérito dentro e fora do patrocínio direto de Himmler. Os membros do Karotechia eram conhecidos por suas iniciais em documentos SS, e por seus nomes rúnicos em correspondência interna, o nome dado a indução para a unidade. Eles foram identificados pelas runas usadas nas lapelas de seus uniformes negros. Esta insígnia e os homens que as usavam eram igualmente temidos e respeitados em todo o SS.

O Karotechia nunca teve uma sede central, já que cada projeto manteve a sua própria base de operações, reportando-se diretamente a Himmler. Quando o Karotechia era obrigado a executar algum antigo ritual germânico para Himmler (quase sempre ineficaz), eles eram chamados para o castelo da ordem SS em Wewelsburg. No entanto, o isolamento e o tédio provincial do local fizeram com que os agentes Karotechia tivessem preferido realizar as suas operações em outros lugares. Isso também permitiu que operassem com grande independência.

Nunca tão bem sucedido quanto a sua reputação faria crer, o Karotechia marcou um número de vitórias impressionante durante a guerra. Em especial foi a descoberta de uma versão gótica do Necronomicon na primavera de 1944, que abriu vários novos projetos para explorar o seu potencial. A maioria desses projetos terminou em fracasso, causando grande destruição, como o incidente no Castelo Naudabaum no início de 1945, onde sete oficiais Karotechia e setenta e três auxiliares foram mortos e o castelo destruído durante uma tentativa abortada de convocar um ser extraterrestre chamado Azathoth. (na imagem uma representação artística de Azathoth)

Este desastre conduziu à operação final de guerra do Karotechia a: Aktion Götterdämmerung, a tentativa do Karotechia de reconduzir o desastre Naudabaum, sem abortar a seqüência de convocar Azathoth. A Aktion Götterdämmerung foi frustrada pela organização americana Delta Green. No final, dos 164 membros da Karotechia, cinqüenta e quatro foram assassinados pelos Aliados, seis morreram de causas naturais, três morreram durante bombardeios dos Aliados, quatro foram executados por deslealdade, quinze foram mortos, durante a realização do ritual, Nove cometeram suicídio, onze foram institucionalizadas, 24 sumiram durante as operações, e trinta e sete escaparam à destruição da Alemanha nazista, através da rede de Odessa.

7 de setembro de 2010

O Nazismo e Suas Inspirações Ocultas 6ª parte - Os Exércitos Zumbis de Hitler


Há uma história que Hitler realmente teria feito soldados zumbis. Esta história também afirma que os zumbis foram soltos em uma pequena cidade em algum lugar da Rússia para testá-los. Os habitantes ao virem isso foram para dentro de casa trancando suas portas e janelas. Os zumbis não foram eficientes lá. Eles não foram agressivos nem estavam à procura de comer.

Diz-se que, eventualmente, a SS acabou destruindo todos eles, porque eles não tinham nenhuma utilidade.

Os alemães têm uma frase Kadavergehorsam, que denota “obediência cega" ou "corpo obediente", mas não há evidências de experimentos para reanimar os cadáveres para fins militares (ou quaisquer outros fins). O próximo conto anedótico é o de uma cerimônia que fora disseminada na forma de boatos em Wewelsburg onde as cabeças em conserva de oficiais da SS mortos na Frente Oriental foram restauradas a comunicação (via necromancia). isso fora tentado a fim de obter informações.

A idéia de zumbis foi introduzida como corrente principal na cultura ocidental em 1929, quando W.B. seabrook escreveu A Ilha da Magia, Detalhando suas observações da vida no Haiti, incluindo a prática do vodu. Zumbis fazem parte da religião Vodu, embora apenas de uma pequena subseção, referida como o "culto dos mortos." Os praticantes da corrente principal do vodu normalmente não queriam nada com esses necromantes, segundo Seabrook. No entanto, nas décadas por vir, na cultura ocidental as idéias de vodu e zumbis se tornaram inextricavelmente interligados.


Fotografia de Willian Seabrook


Acima página do livro A Ilha Mágica de Willian Seabrook

mostrando participantes do Culto dos Mortos

O lançamento deste livro inspiraria um filme na florescente indústria cinematográfica...


A década de 1940 trouxe algumas coisas novas aos filmes de zumbi. Ao contrário de outros mortos-vivos, zumbis necessitavam de um agente humano, um agente que, naturalmente, fora mal. Dado que a maioria do mundo ocidental concordou que os nazistas eram pessoas muito ruins, a produção de vários filmes de zumbis nazistas era inevitável. Solicitando o vodu para seus próprios fins hediondos, os nazistas usariam zumbis para construir exércitos, recolher informações e planos de invasões dos E.U.A.

No filme: A Vingança dos Zumbis (1943). John Carradine desempenhou o papel de um cientista nazista na construção de um exército de zumbis em um pântano na Louisiana.

O Nazismo e Suas Inspirações Ocultas 5ª parte - O Corpo Oculto

No final do século XIX e início do XX, houve muitas ordens esotéricas florescendo na Alemanha e na Áustria, que procuraram estabelecer uma identidade germânica e renascer para reconectar as pessoas com seus arquétipos reprimidos. Uma das mais significativas dessas ordens foi fundada na Alemanha em 1912 - Ordem alemã, e desta nasceu a Sociedade de Thule (Thulegesellschaft). A Sociedade Thule tomou o nome da terra lendária de Ultima Thule, acerca da qual a bruxa ucraniana Madame Helena Petrovna Blavatsky soubera depois de ter sido contatada pelos espíritos da Grande Raça (povo elevado) que teriam sobrevivido a destruição de Ultima Thule.

Helena Petrovna Blavatsky e Henry Steel Olcott

fundadores da Sociedade Teosófica

Estes antigos, os seres altamente inteligentes trabalharam em conjunto com certos adeptos humanos - pessoas com poderes ocultos altamente desenvolvidos. O verdadeiro iniciado podia, por meio de rituais mágico-místicos, estabelecer contato com esses seres e aprender artes secretas desconhecidas para o resto da humanidade. Os Nazistas acreditavam que, com a ajuda desta grande raça poderia criar uma raça de super-homens arianos com força e energia sobrenaturais.

Blavatsky disse que tinha sido escolhida por estes Mestres Antigos para desempenhar um papel na revitalização e promoção pública da sua tradição ocultista secreta, que tinha permanecido oculta durante séculos em mosteiros secretos e bibliotecas nas mais remotas montanhas do Himalaia. Assim, Blavatsky passou vários anos no Tibete, aprendendo os caminhos do ocultismo e as chaves para desvendar os mistérios da doutrina secreta. Entre as runas e símbolos mágicos foi a suástica, que se tornou um amuleto bem comum na Alemanha e o símbolo da Sociedade Thule. Mas a suástica tradicional devia ser invertida, formando uma evocação do mal espiritual e magia negra.

Em 1917, uma mulher e três homens se reuniram em um café em Viena, sob um véu de mistério e segredo. A mulher, chamada Anna Sprengel, foi uma médium e ela também tinha feito contato com a Grande Raça. Os quatro austríacos formaram a Sociedade Vril, e seu emblema era o símbolo do "Sol Negro", que pode ser encontrado em muitos cultos de lugares como Babilônia e Assíria.

Com a vitória do NSDAP, o SS (Schutzstaffel) continuou a tradição oculta do Terceiro Reich. Heinrich Himmler, era um membro da Sociedade Vril e teria dividido sua obsessão por Hitler com o ocultismo.

Entre os manuscritos que foram encontrados estava uma cópia de von Juntzt Unaussprechlichen Kulten e uma versão do Necronomicon escrito em estilo gótico antigo. Esses livros malditos ditos de uma raça muito mais antiga que a humanidade.

O Corpo Oculto (geheimnisvolle Korps) foi rapidamente estabelecido como a Divisão Paranormal da SS–Hauptsturmführer responsável por investigar todos os aspectos da antiga tradição alemã. O Corpo Oculto foi incorporado como uma organização da Sociedade de Thule, a Sociedade Vril e braço germânico da OTO de Crowley.

Agora sob a direção da Divisão Paranormal da SS, continuou a busca nos territórios ocupados pelos alemães atrás de mais conhecimento arcano e artefatos mágicos. Expedições arqueológicas foram enviadas para o fundo do Mar Báltico, na esperança de encontrar alguns artefatos perdidos ou itens mágicos de Ultima Thule. A Lança do Destino, a arma que foi usada para perfurar o lado do Messias, enquanto ele estava pregado na cruz, foi encontrado em Versailles em 1940. As primeiras tentativas para recuperar a Arca Perdida da Aliança em 1936, o Santo Graal, em 1938, no entanto, foram menos bem sucedidas.

Da mesma forma, durante esse mesmo tempo uma divisão paranormal do Japão, a Kuromaku (a cortina preta), foi tentar recuperar antigos itens mágicos na Ásia, incluindo a espada de Genghis Khan, os livros mágicos de Shan e uma tabuleta de pedra deixada por Buda.

A base inicial de operações do Corpo Oculto foi o Castelo de Wewelsburg em Westphalia, que Himmler comprara como uma ruína e reconstruíra ao longo dos próximos 11 anos a um custo de 13 milhões de marcos.


Depois que uma nave espacial caíra e fora descoberta em 1936 na Floresta Negra (Schwarzwald), o Corpo Oculto construiu o Instituto para a Ciência e Misticismo (Das Institut für Wissenschaft und Mystizismus), também conhecido como "Walhalla", para examinar os destroços da nave e sua tripulação morta. Nos anos seguintes, a tecnologia alienígena fora extraída e combinada com as informações da Sociedade Vril dando origem ao projeto chamado Haunebu I: O primeiro grande disco voador (Flügelrad), desenvolvido na Alemanha. Neste mesmo momento, experiências distorcidas com orgonomia produziriam muitos mutantes, as Criaturas X (X-Geschöpfe).

A viagem obscura de Himmler, no entanto ainda não havia terminado.

Durante este mesmo tempo, Himmler tornou-se convencido de que ele era a reencarnação de Henry I the Fowler (O passarinheiro), e que ele poderia levantar Heinrich I dos mortos. Ao fazê-lo, o Terceiro Reich, então, possuiria o poder de comandar um exército de mortos-vivos contra os Aliados. Com o encorajamento de Hitler, Himmler começou metodicamente a investigar como conduzir a abordagem do ritual negro, deslocando dezenas de cientistas, e todo o poder da máquina de guerra nazista por trás dos esforços da "Operação Ressurreição", enquanto o Projeto Totengräber do Dr. Hermann Schreck obtinha considerável sucesso com os mortos-vivos (Die Untoten).



À direita imagem de Henry the Fowler (o Passarinheiro)

O Nazismo e Suas Inspirações Ocultas 4ª parte - Arqueólogos de Hitler

acima fotografia da missão alemã na amazônia

Para aqueles que pensavam que os zelosos arqueólogos nazistas do filme: Os Caçadores da Arca Perdida Foram fabricação roteirista, aqui está a história real: Em 1935, Heinrich Himmler - Chefe das SS e arquiteto dos campos da morte - fundou um instituto de investigação da nata nazista chamado Ahnenerbe. Seu nome vem de uma palavra alemã um tanto obscura, Ahnenerbe, que significa "algo herdado dos antepassados." A missão oficial da Ahnenerbe era obter provas das realizações e ações dos antepassados germânicos, “usando métodos científicos precisos."


Alto, muito magro e fraco, um caricato com uma devoção fanática à manutenção de registros, Himmler parecia uma escolha improvável para comandar a guarda pretoriana de elite chamada de SS. No entanto, ele também era fanaticamente devotado a Hitler. Além disso, ele tinha um talento especial para escorar fragmentos da ideologia nazista, com fragmentos de meias verdades, que pareciam verossímeis para os verdadeiros crentes. Assim, o Instituto Ahnenerbe, com o tempo, empregaria mais de 130 historiadores, lingüistas, geógrafos, agrônomos, folcloristas e classicistas com um olho para a produção de provas de que os assim chamados povos arianos eram a fonte da civilização. Como Himmler, os membros do corpo docente de Ahnenerbe tinham suas próprias agendas, mas no final, o corpo de conhecimento foi concebido para ser submetido a um fim coletivo: proporcionar um tipo de educação "ariana" para as gerações futuras dos soldados da SS. Como Os Caçadores da Arca Perdida, os estudiosos da Ahnenerbe teriam montado ou previsto montar expedições arqueológicas e científicas para o Ártico, o Tibete, África e América do Sul, antes da guerra restritas aos territórios alemães. Na imagem índios diante da cruz onde foi enterrado Joseph Greiner. mais detalhes sobre esta missão.
Na realidade, a Ahnenerbe estava no negócio de criação de mitos. Seus pesquisadores proeminentes dedicaram-se a distorcer a verdade e produzir cuidadosamente evidência para apoiar as idéias de Adolf Hitler, que acreditava que apenas os arianos - uma fictícia "raça" nórdica de homens e mulheres, de cabelos louros do norte da Europa, possuíam o talento necessário para criar a civilização. A maioria dos alemães modernos, segundo ele, é descendente de arianos antigos. Mas os estudiosos não conseguiram descobrir nenhuma prova desta raça mestre acender a tocha da civilização e dar à luz todos os requintes da cultura humana. Sua equipe de aventureiros, místicos e estudiosos respeitáveis foi acusada de viajar o mundo para criar "provas" de que os arianos haviam dominado o mundo em épocas pré-históricas.

Antes de 1938, a Ahnenerbe estava confinada em seus estudos de textos antigos, gravuras rupestres, e folclore, mas, em fevereiro daquele ano, Himmler foi transferido do Departamento de escavações da SS no Ahnenerbe. Himmler criou o departamento para chefiar escavações arqueológicas em importantes sítios na Alemanha. O departamento havia financiado 18 escavações, a partir de uma antiga fortaleza na colina Alt- Christburg na Prússia a um posto de comércio Viking na Haithabu no norte da Alemanha, não longe da fronteira dinamarquesa. O Departamento de escavações trouxe nova perspicácia científica para a Ahnenerbe. Com esta nova experiência, Himmler esperava, ajudar a reconstruir a vida dos antepassados da Alemanha antes de as primeiras histórias escritas e ampliaria o conhecimento da mítica "raça" nórdica.

Com efeito, um dos mais ambiciosos jovens investigadores da Ahnenerbe, o arqueólogo Assien Bohmers, afirmou que poderia seguir as origens "nórdicas" da Alemanha de volta para o Paleolítico, quando mamutes e ursos das cavernas vagavam pelas tundras frias.

5 de setembro de 2010

O Nazismo e Suas Inspirações Ocultas 3ª parte - As Modernas Bruxas da SS



As origens da nossa imagem moderna das bruxas é a bruxa em Hansel e Gretel (João e Maria no Brasil), Um dos mais conhecidos contos de fadas dos irmãos Grimm. Um século depois, os nacional-socialistas começaram a mistificar o passado da Alemanha e, com isso, as bruxas. Eles já não viam as bruxas como a encarnação do mal, mas como a mulher germânica sábia arquetípica, que era, até então, supostamente perseguida pela Igreja e pelos judeus.
Os nazistas, por conseguinte, criaram uma força-tarefa secreta para investigação das bruxas, chefiada por Heinrich Himmler, criando um enorme arquivo de bruxas medievais, juízes, carrascos, os métodos de tortura e execução. Os pesquisadores da SS queriam provar que as bruxas celebravam uma antiga religião "ariana", que estes pretendiam reviver para seus próprios propósitos.

1 de setembro de 2010

O Nazismo e Suas Inspirações Ocultas 2ª parte - Como Himmler Caiu Sob o Feitiço das Bruxas

O líder da SS Heinrich Himmler estava tão obcecado com a bruxaria que cuidou para que a SS saqueasse 140 mil livros sobre o assunto de bibliotecas de toda a Europa e criou uma unidade para investigar e divulgar o assunto.
O âmbito de estranho fascínio de Himmler foi divulgado em um livro escrito por uma equipe de pesquisadores históricos na Alemanha. Quando um bibliotecário de Poznan (Polônia) tropeçou na biblioteca de bruxaria em um palácio barroco na Baixa Silésia, ele observou que vários livros tinham sido marcados em páginas onde as torturas foram descritas. Ele assumiu que o chefe da SS fora estudar técnicas de tortura.
No entanto, os autores, liderados por Sönke Lorenz, um acadêmico de Tübingen, argumentam que Himmler estava tentando provar que a perseguição às bruxas no século XVII representava uma espécie de holocausto da raça alemã realizada pela Igreja Católica Romana. Himmler é citado como dizendo: "Ao custo da caça às bruxas do povo alemão centenas de milhares de mães e mulheres, foram cruelmente torturadas e executadas”. Os autores acreditam que a SS implantou suas equipes para descobrir vestígios de uma cultura germânica antiga que sobrevivera à caça às bruxas.
A SS elaborou um índice com 33.846 casos de pessoas queimadas na Alemanha e em lugares distantes como Índia e México, numa tentativa de sustentar a tese de Himmler.
Seu interesse pelo ocultismo pode ter começado em 1928 quando, como um criador de galinhas, casou-se com Margarete Boden, filha de um fazendeiro da Prússia, que se envolveu em homeopatia, fitoterapia e mesmerismo. Em 1929, Hitler nomeou-o chefe de sua guarda pessoal dos “300 fortes”, o uniforme preto Schutzstaffel (SS). Eventualmente Himmler, um ideólogo racial fanático, ficou na cabeça de uma enorme máquina repressiva incluindo não só a SS, a Waffen SS e a Gestapo, mas também no controle dos campos de concentração. Ele supervisionou o projeto Lebensborn (já mencionado anteriormente) que visava criar um super-raça nórdica.

Reinhard Heydrich, chefe do Serviço de Segurança do Reich, relatou que seu patrão em 1939 havia descoberto o caso de uma bruxa chamada Margareth Himbler, queimada na Alemanha em 1629. A semelhança de nomes encorajou o interesse de Himmler na reabilitação das bruxas alemãs.

O objetivo era publicar uma série de livros curtos com destaque individual para as bruxas alemãs e restaurar parte de seu glamour perdido. Em abril de 1942, o projeto teve pelo menos uma dúzia de temas, incluindo "os efeitos econômicos dos julgamentos de bruxas" e "o fundamento intelectual do complexo de bruxa". Seminários patrocinados pela SS seriamente discutiam as implicações biológicas para a raça alemã ao matar tantas mulheres.

Muitos estudiosos têm argumentado que era a mulher que parecia mais independente das normas patriarcais - especialmente as idosas que viviam fora dos parâmetros da família patriarcal - que eram constantemente acusadas de bruxaria.

21 de agosto de 2010

O Nazismo e Suas Inspirações Ocultas 1ª parte

Geralmente quando falamos em nazismo vêm à nossa mente aquelas típicas imagens de filmes tais como A Lista de Schindler ou imagens de documentários que tenhamos visto na televisão, numa visão bem política do tema. O que talvez passe um pouco despercebido é a relação que existia entre o nazismo e ideologias ocultas e mitológicas e para tanto decidi postar algo referente ao tema “nazismo e ocultismo” fazendo uma breve menção à Lança de Longinus e o Santo Graal.








Hitler teria fundado um império proposto há durar mil anos, ainda que poucos tenham percebido o quanto ele estava baseado em uma ideologia e um ocultismo estranho. Um dos principais patrocinadores foi um homem de imenso poder, Heinrich Himmler (foto ao lado), Fuhrer da SS chefe da Gestapo. Himmler gostava do livro de Rahn e estava fascinado pelo graal.




Segundo o professor e historiador Karl Hüser “A idéia de que o graal tenha sido emprestado em Thule-Gesellschaft, dos teósofos e antropósofos e que foi transferido para Viena sob Hitler e, mais tarde sob Himmler ambos, que não tinham muita educação intelectual se confundiram em alguma forma popular (lenda urbana?). Mas, os dois gostavam de se ver neste contexto.”

Em Wewelsburg, “seu castelo secreto da távola redonda” onde os doze melhores do seu mais secreto círculo se reuniam para planejar o futuro.




Ao redor de um Sol negro, com doze raios estilizados na forma de braços de suástica, os escolhidos de Himmler planejavam o futuro oculto do nazismo. Wewelsburg iria liderar um enorme centro da SS com a forma da Lança Sagrada (Lança do Destino, Lança de Longinus*) como aquela que perfurou o flanco de Cristo.




Ao lado planta da área de Wewelsburg onde é possível perceber a imagem da ponta de uma lança, em referência à Lança de Longinus. Uma demonstração da importância da arquitetura na ideologia oculta do nazismo.
No íntimo das mentes nazistas Otto Rahn serviria para ajudar a uní-los ao Santo Graal e encaixá-los em uma fantasia de culto e calvário germânicos.
Ainda segundo o professor Karl Hüser: “Seu povo tentou distorcer a cristandade de forma que suas reais origens teriam de ser encontradas nas orígens arianas e não no Oriente Próximo (e portanto, semita ou judeu, nota pessoal). Para isso ele teria de recorrer a todos os tipos possíveis de idéias e ideologias ocultas, as quais havia mais do que o suficiente na história da Europa. A pesquisa do graal é um exemplo. Eles encontraram os Cátaros por acaso e tentaram provar que na Idade Média a cristandade, da forma em que era manifestada, tinha a intensão de obter poder sobre o povo da mesma forma que a SS. Sem dizer que as pessoas seriam completamente dominadas por um tipo totalmente novo de servidão.”

O Extersteine é um local de culto onde os nazistas achavam que o dragão era YHWH (Jeová), o maldoso criador do mundo que ameaçava um Cristo gnóstico. Mas, o que Himmler gostava no livro de Otto Rahn era encontrar gnósticos rejeitando o Deus judeu, ou poderíamos dizer "um Deus judeu", do antigo testamento e tomando as rédeas da Igreja.

Durante muitos anos, Rahn trabalhou para a equipe de Himmler, mas, ele se demitiu após ter ficado chocado com sua experiência nos campos de concentração e sua ida às famosas casas de Lebensborn, onde jovens arianas, bonitas todas louras ofereciam seus corpos para gerar crianças arianas.



Fotografia de Otto Rahn que fora então indicado às SS como membro da equipe pessoal de Himmler na formação da ideologia nazista.








Câmara dos Dirigentes Supremos no Castelo de Wewelsburg, no centro da sala é possível observar a figura do Sol Negro e abaixo a cripta localizada no mesmo prédio.












*O capitão da guarda romana, Gaius Casius Longinus, foi o homem que cravou sua lança no peito de JESUS, ele era vítima de catarata(em elevado grau) e após o sangue de JESUS tocar-lhe o rosto foi curado.Longinus se converteu ao Cristianismo e tornou-se monge.Conhecido no Brasil por são Longuinho. São Longino foi preso e torturado por causa de sua fé cristã, teve seus dentes arrancados e sua língua cortada.