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27 de maio de 2012

Ryan Matthew Cohn

Ryan Matthew Cohn é um artista, colecionador de antiguidades e blogger da Cidade de Nova York. Sua arte é feita a partir de ossos humanos e animais. Suas inspirações vão desde os estudos anatômicos de Leonardo Da Vinci àquele que foi seu grande inspirador na fusão da anatomia com a arte o anatomista francês do século XVIII (18) Claude Beauchêne.

O ambiente sombrio de sua oficina e os objetos de seus trabalhos por si só já nos remetem a uma atmosfera  que em muitos casos nos lembram cenas de um filme de terror vitoriano, mas a beleza obscura de suas "peças" é inegável. A respeito de seu interesse pelo mundo dos ossos nos diz Ryan:

"Eu fui um ávido colecionador de ossos, desde que me lembro. ... Conforme fui crescendo, meus interesses deslocaram-se para as peças anatômicas mais raras e misteriosas e antiguidades médicas"


Ao descrever mais sobre seu interesse por este mundo Ryan conta sobre a primeira vez em que teve contato direto com um crânio humano:

"Quando adolescente, uma garota que estava namorando me deu um crânio humano. Ela não poderia ter escolhido um presente mais apropriado... Este foi o primeiro crânio Homosapien que eu tinha visto de perto. Fiquei intrigado, fascinado e inspirado de temor. Isso não era apenas um crânio de cão meio comido, este pertencia a uma pessoa real."

Sem mais mais as suas obras.






























22 de maio de 2012

A Dança da Morte

Com certeza a expressão é familiar para muitas pessoas, mas normalmente não costumamos nos questionar sobre seu significado, mesmo porque este já está implícito na sentença. No entanto, a expressão "Dança da Morte" por ter uma origem muito antiga merece ser ao menos detalhada.
A Dança da Morte é uma alegoria medieval que narra a universalidade da morte: destino do qual ninguém pode escapar. A dança da morte une a todos. A dança da morte ou dança macabra consiste no morto ou na personificação da morte convocando representantes de todas as esferas da vida a dançar junto ao túmulo, geralmente com um papa, imperador, rei ou mesmo o trabalhador comum. Tais figuras foram produzidas para lembrar as pessoas da fragilidade de suas vidas e como foram vãs as glórias da existência terrena.